Um estudo comentado na edição desta segunda-feira do The New York Times relaciona determinados comportamentos de usuários da internet com indícios da depressão. Os pesquisadores do departamento de Ciência e Tecnologia da Universidade de Missouri escolheram um grupo de 216 pessoas, avaliaram quais delas poderiam sofrer com a doença – cerca de 30% - e depois monitoraram os seus hábitos online. A descoberta? Existem padrões que unem quase todos aqueles que apresentam o distúrbio psicológico.
O perfil 'depressivo' delineado pelo estudo se confunde bastante com a noção geral do que é um nerd ou um aficionado em tecnologia. De acordo com os cientistas, pessoas depressivas tendem a usar excessivamente o e-mail e ferramentas de bate-papo, exageram na atenção que dão ao compartilhamento de arquivos, usam diversos sites e aplicativos ao mesmo tempo e adoram videogames.
O uso excessivo e desorganizado da internet indicaria que pessoas com esses hábitos teriam mais tendências de desenvolver distúrbios de concentração, ansiedade e humor. Os pesquisadores pretendem criar um software que ajude essas pessoas a admitirem que enfrentam problemas e que as ajude a tratá-lo.
Buscas no Google: elas mudarão em breve! Chamado de "busca semântica", o serviço vai entender qualquer relação entre as palavras, ficando mais parecido com a forma como o ser humano raciocina