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O clima esquentou mais uma vez durante o julgamento entre
Apple e Samsung. De acordo com a
Reuters, durante apresentação do advogado da Samsung, ele menciou um assunto que estava proibido de ser comentando diante do júri.
John Quinn relembrou a liminar concedida pela juíza antes do unício do julgamento, que bloqueava as vendas de alguns produtos da fabricante sul-coreana nos Estados Unidos.
A juíza Lucy Koh afirmou que a menção sobre a liminar foi “imprópio” e, mesmo após o advogado pedir desculpas, a magistrada rebateu dizendo que “achava difícil acreditar que não tenha sido proposital”.
Koh permitiu que o documento fosse incluído como prova, mas a advertência ao advogado ofereceu ao júri uma ideia de quão tenso está sendo o julgamento quando eles não estão presentes.
Segundo a agência de notícias, na ausência dos jurados, os advogados das companhias trocam acusações de deslealdade e até de manipulação de provas.
No geral, os advogados de elite exibem certa cortesia profissional durante seus casos, mas isso não está acontecendo nesse julgamento. Koh vem conduzindo o processo como uma diretora de escola ranzinza, com broncas constantes e punições, como a redução do tempo para apresentar provas.
O julgamento, que determinará se a
Samsung violou patentes da
Apple ao criar smartphones e tablets, está completando sua segunda semana e deve se estender até o final de agosto.
Apesar de ter tomado algumas decisões importantes contra a
Samsung antes do julgamento, no tribunal Koh não vem oferecendo ao júri sinais sobre que lado ela favorece.
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