ESCOLHA SUA EDIÇÃO
Produtos Negócios Jovem

MENU

HOME GERAL / HOME NEGOCIOS / DIGITAL_NEWS

» Notícias
» Vídeos

Negócios

Digital News
Downloads
Central de Vídeos
Podcasts
TI Verde
Segurança
Trend Makers
Cloud / Virtualização

Contato

Newsletter
Facebook
Twitter
RSS

Empresários do Brasil estão entre os mais otimistas do mundo, aponta estudo

Tecnologia em nuvem e opção por locais de trabalho mais flexíveis são ferramentas que empreendedores querem utilizar cada vez mais
30 de Abril de 2012 | 08:25h
Compartilhe:
Imprimir


Reprodução
Negócios
O Brasil está fadado a dar certo. É o que revela uma amostragem que envolveu mais de 16 mil entrevistados em 90 países. O País aparece em primeiro lugar entre os mais confiantes no cenário econômico. O estudo elaborado pela empresa de pesquisas britânica MindMetre a pedido da Regus, especializada no fornecimento de ambientes flexíveis de trabalho, revela que, mesmo atentos às turbulências da economia global, continuam a investir no crescimento.

Desde setembro de 2011, o nível de confiança dos empresários no Brasil subiu dois pontos, alcançando 148, de acordo com a última  edição  do Índice de Confiança Comercial da Regus, que é divulgado a cada seis meses. Uma amostra prática desse otimismo foi o aumento da receita registrado pelas empresas que participaram do estudo no Brasil: 71% delas tiveram  crescimento, ante 68% da edição anterior.

A redução dos gastos está nos planos dos entrevistados  para os próximos meses. E para alcançar esse objetivo, irão adotar algumas medidas que incluem a expansão do uso dos aplicativos  de tecnologia em nuvem  (cloud computing);  o aumento das vendas por intermédio de terceiros;  e  a opção por locais de trabalho mais flexíveis.

Na contramão da economia global, o otimismo brasileiro tem suas razões. A taxa básica de juros, a Selic, caiu  abaixo dos dois dígitos, e hoje é de 9%. Entre os países integrantes do BRICs, a  Índia, a China e a África do Sul  também demonstram o seu otimismo (vide gráfico).

 

Reprodução





Confira outros destaques com relação ao Brasil:

  • Os entrevistados apontaram o aumento nas vendas por meio de terceiros (45%); o uso crescente de aplicativos de TI  na nuvem (44%) e a redução dos espaços de trabalho fixos (40%) como sendo as áreas com ótimo potencial de economia (redução de custos) sem diminuir às perspectivas de crescimento.
  • Analisando as ações do passado, 50% dos entrevistados no Brasil identificaram os gastos com escritórios subutilizados como  um dos  fatores  que geraram custos desnecessários, durante a última desaceleração da economia, seguido pelos custos dos  aluguéis de imóveis comerciais (49%).
  • As empresas no Brasil indicaram uma tendência em diversificar a carteira de clientes, optando por uma maior distribuição nos segmentos desses  clientes (57%);  e na utilização de  espaços de trabalho mais flexíveis (40%) como aliados para  manter a estabilidade (dos custos), auxiliando assim, no crescimento dos negócios.
  • As companhias que informaram crescimento nos lucros (57%) tiveram uma leve queda (4%) desde a edição anterior do Índice.
  • A classificação no Índice de Confiança Comercial foi inferior para as pequenas empresas (143) em comparação às empresas de grande porte (161).
"A confiança dos empresários brasileiros é reflexo do crescimento contínuo da economia. Além disso, a parcela de empresas que registrou crescimento na receita aumentou, embora haja uma pequena diminuição entre as que registraram crescimento nos lucros. Como a intenção é conquistar oportunidades de crescimento que se mantenham, as empresas do mundo inteiro estão buscando formas de reduzir os custos indiretos, sem prejuízo aos investimentos", afirma Guilherme Ribeiro, diretor geral da Regus no Brasil.

"À medida que os sinais positivos continuam a crescer  no Brasil, em posição de se tornar a  sexta maior economia global, uma parcela significativa dos empresários acredita que o aluguel fixo de espaços de escritórios  é a área em que  as empresas  devem focar seus esforços para diminuir custos", acrescenta.

Cenário global

Entre as nações européias, a Alemanha é a mais confiante e está na terceira posição, com 132 pontos.  As empresas no Japão ainda buscam se recuperar das dificuldades ocasionadas pelo terremoto de março de 2011, que afetou a vida da população e repercutiu na economia. O rescaldo ainda repercute: em setembro de 2011, o país tinha alcançado 96 pontos, e agora, registra  82.  E nesta edição,  o Reino Unido marcou 91 pontos  e 87 pontos  há seis meses.   A média global entre todos os países foi de 113 pontos nesta última edição do Índice de Confiança Comercial da Regus.

O PDF desse relatório em inglês: “Walking the Tightrope”, pode ser acessado aqui.

 

 






Comentários

Notícias Relacionadas

23/05/13: Conheça 3 livros com dicas para empreender

Vídeos Relacionados

Mercado de PCs no Brasil não deve crescer como antes, segundo analista
Mercado de PCs no Brasil não deve crescer como antes, segundo analista
Questões financeiras, novos produtos e maturidade do mercado são motivos





















Publicidade

WHITE PAPERS

Publicidade

  Visite nossa página no Facebook

Publicidade

Produtos:
Digital News | Mobilidade | TI Verde | Central de Vídeos
Negócios:
Digital News | Podcasts | Trend Makers | Central de Vídeos
Jovem:
Digital News | Games | Redes Sociais | Central de Vídeos
© 2005 - 2013 Olhar Digital - Todos os direitos reservados
Anuncie  /  Sobre Nós  /  Fale Conosco  /  Trabalhe Conosco  /  Reportar Erros  /  Termos de Uso e Privacidade