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7.
Golpes de phishing de Natal: phishing é o ato de induzir os consumidores a revelar informações ou realizar ações que normalmente não realizariam na Internet, por meio de e-mails falsos ou mensagens em mídias sociais. Os cibercriminosos sabem que a maioria dos usuários se ocupa com os preparativos das festas de fim de ano, então adaptam seus e-mails e mensagens com temas natalinos, na esperança de induzir os destinatários a revelar informações pessoais.
• Uma tentativa de phishing comum nas festas é um aviso falso que utilizam nomes de sérias empresas de correios (como a UPS), com pedido para que o usuário preencha um formulário anexo para que uma encomenda seja entregue. O formulário pode solicitar dados pessoais ou financeiros que irão direto para as mãos do golpista.
• Os golpes de phishing bancário continuam populares, e o fim do ano significa que os consumidores gastarão mais dinheiro e verificarão seus saldos com maior frequência. De julho a setembro deste ano, o
McAfee Labs identificou cerca de 2.700 URLs de phishing por dia.
• O smishing, phishing por SMS, envia mensagens falsas por um alerta de texto para um celular, com o aviso de que a conta bancária do usuário foi invadida. A mensagem pede ainda que o consumidor ligue para um número de telefone a fim de reativar a conta. Dessa forma, os criminosos coletam as informações pessoais do usuário, inclusive CPF, endereço e informações da conta.
8.
Golpes de cupons online: Aproximadamente 63% dos compradores procuram cupons ou ofertas quando compram algo na Internet, e dados recentes da NRF (19 de outubro de 2011) mostram que os consumidores também usam seus smartphones (17,3%) e tablets (21,5%) para resgatar esses cupons.
• Um golpe popular é atrair quem queira ganhar um iPad. Os consumidores clicam em um site de “phishing” que pode gerar e-mails de spam e, possivelmente, ter relação com roubos de identidade.
• Os consumidores recebem um código de cupom on-line e, quando aceitam, suas informações pessoais, inclusive de cartão de crédito, senhas e outros dados financeiros, são solicitadas.
9. Golpes do cliente secreto: clientes secretos são pessoas contratadas para fazer compras em uma loja e apresentar relatórios sobre o atendimento ao cliente. Golpistas passaram a usar esse cargo para induzir as pessoas a revelar informações pessoais e financeiras. Há relatos sobre golpistas que enviam mensagens de texto às vítimas, oferecendo-se para pagar a elas U$ 50 por hora para serem clientes secretos, e instruindo-as a ligar para um número, caso haja interesse. Depois que a vítima entra em contato, pedem informações pessoais, inclusive números de cartão de crédito e contas bancárias.
10.
E-mails com malware de “transação incorreta” em hotéis: muitas pessoas viajam nas férias de fim de ano. Portanto, não é de se estranhar que os golpistas tenham projetado golpes relacionados a viagens para fazer com que consumidores desavisados cliquem em e-mails perigosos. Em um exemplo recente, um golpista distribuiu e-mails que pareciam ser de um hotel, com a afirmação de que uma “transação incorreta” foi descoberta no cartão de crédito do destinatário. Em seguida, era pedido que um formulário de reembolso anexo fosse preenchido. Quando o formulário é aberto, o anexo baixa um malware para o aparelho.
11.
Golpes com produtos muito procurados: todos os anos, há presentes de
Natal que se esgotam rapidamente. Quando o produto tem grande procura os cibercriminosos os anunciam em sites desonestos e redes sociais. Assim, os consumidores podem pagar por um item e divulgar suas informações de cartão de crédito e, no fim, não receber nada em troca.
12.
Golpes “não estou em casa”: publicar informações sobre suas viagens nas redes sociais pode ser perigoso. Caso haja um contato desconhecido na lista de amigos, essa pessoa pode ver a publicação e decidir que é um bom momento para um assalto. Com uma rápida pesquisa na Internet, é possível descobrir o endereço residencial.