'Lulu para homens', aplicativo Tubby rejeita rótulo machista

Por Leonardo Pereira - em 27/11/2013 às 12h56

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Três brasileiros decidiram pegar carona nas polêmicas em torno do Lulu e lançar um aplicativo reverso. E o nome dele não poderia ser mais apropriado: Tubby - o original do personagem Bolinha, amigo da Luluzinha. O download deve ser liberado dentro de uma semana, tanto para Android quanto iOS.

No Tubby, homens poderão fazer análises sobre as mulheres que conhecem usando hashtags para falar sobre seus pontos positivos e negativos - haverá a etiqueta #CurteTapas, por exemplo, entre algumas mais leves e mais pesadas. "Não queremos causar muito, mas sabemos que a mente do brasileiro é criativa!", disse um dos criadores ao Olhar Digital, Rafael F. (eles preferem não expor os nomes completos), de 22 anos.

Ele trabalha com Guilherme S., de 20 anos, e Livia G., de 32 - todos desenvolvedores e designers de São Paulo. Perguntei a Rafael se o aplicativo poderá ser considerado machista e ele disse que estão "tranquilos" quanto à possibilidade:

"Hoje em dia tudo é julgado muito superficialmente. Nosso app vai sim ser considerado machista por uns, e para outros vai ser apenas diversão. Ele é um app para homens relatarem suas experiências, apenas. Não o consideramos machista e nem queremos passar esta imagem", analisa ele.

Assim como homens podem escolher não ter seus nomes citados no Lulu, as mulheres também terão como se manter longe do Tubby, algo considerado pelos desenvolvedores um "direito básico". Eles também trabalham na criação de um algoritmo que detectará hashtags ofensivas, assim elas não se espalharão pelo serviço.



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