iPhone 5 chega às mãos dos primeiros clientes

Por Redação Olhar Digital - em 21/09/2012 às 09h09

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Resumo: Vendas começaram pela Austrália, por causa do fuso horário

Era por volta de 19h da quinta-feira, 20, aqui no Brasil quando foi vendida a primeira unidade do iPhone 5. A compra foi feita pelo estudante James Vohradsky e por sua irmã, Tamsyn (que levou um também), na Austrália, onde já era 8h de sexta-feira, 21, graças ao fuso horário.

Cerca de 600 pessoas esperavam em uma fila formada próxima à Apple Store de Sydney. Em Brisbane, outra cidade australiana, o cofundador da Apple Steve Wozniak aguardava junto aos demais para pegar um aparelho também - como já é de praxe.

Pouco tempo depois foi a vez de Japão, Hong Kong e Cingapura abrirem suas lojas. Mais tarde, Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França e Grã-Bretanha completariam o time dos primeiros a terem a sexta versão do smartphone mais popular do mundo.

Até o final do ano mais uma centena de países deve receber o iPhone 5, inclusive o Brasil. Mas ainda não há nada confirmado. 

Analistas do mercado estimam que até domingo cerca de 10 milhões de unidades do iPhone 5 sejam vendidas.

Filas e negócios

A pré-venda do iPhone 5 começou na madrugada da última sexta-feira, 14, e levou cerca de uma hora até o novo smartphone da Apple esgotar na loja oficial da Apple.

A alta procura pelo iPhone 5 derrubou sites de lojas que realizavam a pré-venda. A própria Apple Store enfrentou dificuldades, assim como as operadoras que também começaram a vender o aparelho, segundo a CNET.

A expectativa em torno da nova versão do smartphone levou muita gente a formar filas em frente às lojas. Em Nova York, por exemplo, no principal estabelecimento da Apple, sete pessoas guardavam lugares desde o último domingo, 16.

Houve quem aproveitasse a oportunidade para impulsionar negócios. Dois fãs da fabricante promoveram para as demais pessoas que lá estavam uma startup de mídias sociais, chamada Vibe, que reúne as pessoas que estão próximas umas das outras. A ideia é que eles apresentem o site, na prática, para os demais colegas da fila.

Já em Londres, em Covent Garden,  os dois primeiros rapazes a chegar à Apple Store, no domingo, não tinham sequer planos de ficar com o dispositivo para usá-lo. Queriam fazer uma boa ação. A expectativa era que eles conseguissem leiloar o primeiro iPhone 5 da capital britânica por um preço alto e doar o dinheiro para uma instituição de pesquisas sobre o câncer.

Mais pessoas aproveitaram as filas do iPhone para ganhar dinheiro. Uma startup, intitulada TaskRabbit, ofereceu a contratação de pessoas para ficarem na fila à espera do smartphone. Por US$ 55, um “profissional” permaneceu na loja de São Francisco ou em Nova York e, dois dias antes do lançamento, contatou o cliente para acertar os detalhes de troca de lugar na fila. O freguês que pagou pelo serviço através do site da startup pôde comparecer no local apenas horas antes da venda do celular.



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