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Ultrabooks: o que podemos esperar dessas novas máquinas
Eles já são conhecidos pela espessura, leveza e alto desempenho, e já estão disponíveis no Brasil
26 de Fevereiro de 2012 | 15:45h

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Intel apresenta diversas novidades no mundo dos U   Ultrabooks: conheça modelos que já estão à venda  
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Cássio Tietê, diretor de Estratégia e Novos Negócios da Intel diz que o Ultrabook "é o conjunto de desempenho muito melhor, conectividade no momento em que você quiser, formato diferenciado e, também, a questão da segurança".

Para criar essa nova categoria de computadores portáteis, prestar atenção no desejo dos usuários foi decisivo. Dá para dizer que os Ultrabooks são resultado da junção do que há de melhor em tecnologia com a praticidade e eficiência que todos nós sempre quisemos em um micro.

"As pessoas querem mobilidade completa. Elas querem uma experiência diferenciada em termos de leveza, querem estar conectadas todo o tempo. Então, o Ultrabook, na realidade, é uma visão que nós trouxemos, é uma nova categoria que criamos e que evolui em três momentos", diz Cássio.

Estamos vivendo a primeira fase dos Ultrabooks. Hoje, eles já são surpreendentes: com seu design super fino, baterias que duram muito mais, e o desempenho da segunda geração de processadores Core.

A segunda fase dos Ultrabooks está prevista para o segundo semestre de 2012. A partir daí, eles já virão equipados com a terceira geração dos processadores Core. Isso quer dizer ainda mais desempenho, além de tecnologias de proteção de identidade do usuário, telas sensíveis ao toque e baterias que vão durar ainda mais.

Cássio explica que a 3ª geração seria uma espécie de sonho para qualquer pessoa, e proporciona duração de bateria em stand-by de mais de 10 dias e até percepção de gestos e de voz: "É a unificação de dois mundos, o dos tablets e o dos notebooks", diz.

Chegar a modelos assim, tão compactos e tão poderosos só foi possível a partir de um grande esforço de vários fabricantes. Quase todos os componentes tiveram de ser miniaturizados. Segundo Cássio, a Intel investiu mais de US$300 milhões (cerca de R$510 milhões) nos fabricantes de componentes para que eles se desenvolvam.

A empresa também investiu "mais de US$100 milhões (cerca de R$170 milhões) na comunidade de software para desenvolvimento de apps que possam ser utilizados no Ultrabook", explica o diretor.

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