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Segurança no ambiente corporativo: como garantir?
A solução "anti-theft" pode ser uma boa alternativa. Entenda o que ela traz de benefícios!
25 de Setembro de 2011 | 15:45h

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Wagner Tadeu, vice-presidente da Symantec comenta que "hoje, houve uma inversão. Antigamente, você ia para as empresas para ter um computador e uma tecnologia melhores. Hoje, é o contrário: muitas vezes você tem um computador ou um device melhor em casa e você quer trazê-lo para o trabalho".

Wagner também explica que "as empresas vão ter que se adequar a isso, cada vez mais. Hoje já existem os iPhones, iPads... E como você pode ter o controle desses dispositivos? Além da segurança, onde você não sabe o que está acessando, também há toda a parte de armazenamento desses dados", completa.

Maurício ainda diz que as pessoas estão usando muito o notebook. E, ao trabalhar em um ambiente corporativo, qual é o maior risco de se perder um notebook? "Não é o ativo, ou seja, o notebook em si, mas sim o que está lá dentro", explica.

"Chamamos isso de virtualização dos desktops. Ao invés de você ter o sistema operacional instalado na sua máquina, como acontece tradicionalmente hoje, você tem uma imagem virtual, como se fosse uma janelinha. Lá dentro tem um novo sistema operacional que tem diferentes aplicações e mecanismos de proteção. Isso é um software que faz. Quando você tem um suporte no hardware para esse software, ele se torna mais robusto, estável e seguro", comenta Maurício.

Uma nova tecnologia que já começa a ser difundida nos notebooks empresariais é a chamada "anti-theft", ou, em português, antifurto. E, em breve, ela pode estar disponível também para os notebooks domésticos.

Maurício explica a tecnologia anti-theft: "Se seu notebook é roubado, você aciona uma central, normalmente dentro da própria corporação atualizando o software e alegando o roubo. Via internet, é enviado o que chamamos de 'Poison Pill', que é uma pílula de veneno, que trava o equipamento. Quem roubou o equipamento não terá acesso e se ele tentar desmontá-lo, a reutilização das partes fica impossível".

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