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Overclock: essa é uma técnica muito comum para aqueles que querem aumentar a potência de algum hardware acima daquela que foi determinada pelo fabricante.
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Intel sempre se posicionou contra a prática do
overclock mas, de uns tempos para cá, vem olhando para esse público com outros olhos. Afinal, quem encara uma modificação dessas no processador é um "heavy user", muitas vezes formador de opinião, e está imerso no mundo da tecnologia. Além disso, a tecnologia "turbo boost", presente nos processadores atuais, pode ser considerada uma espécie de overclock, feito de forma nativa pela empresa. A diferença é que, no caso do "turbo boost", tudo é feito de forma controlada, sem riscos para a máquina ou para o usuário.
Por isso, a fabricante de processadores acaba de lançar um programa, chamado "
Performance Tuning Protection Plan". Ele é, basicamente, "uma chance para você experimentar as características do overclocking de seu processador, sem as preocupações sobre o que poderia acontecer se você o levasse longe demais", segundo o próprio site da empresa.
Para participar do Plano, o usuário deve pagar uma taxa de adesão, que varia conforme o modelo do chip. A
Intel cobre todos seus processadores destravados – com sufixo X ou K – e qualquer um da 2ª geração da família Core. Caso algo dê errado durante o processo de overclocking, o cliente tem direito a um segundo processador, novinho.
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