Mesmo que o governo equatoriano decida pela permanência de Julian Assange em sua embaixada em Londres, a Grã-Bretanha não deixará o fundador do Wikileaks sair de lá livre. O Equador garantiu que informaria às 7h (9h no horário de Brasília) desta quinta-feira (16/08) se ficaria ou não com Assange como asilado político. Mas se for essa a decisão, o status diplomático da embaixada pode ser revogado, informou a Reuters.
Irritado com a possibilidade, o chanceler equatoriano, Ricardo Patiño, disse que a medida britânica, caso aconteça, será interpretada como "antipática, hostil e um ato intolerável", assim como um ataque à soberania de seu País. "O que nos forçaria a responder da maneira diplomática mais forte possível."
"Queremos ser bem claros, nós não somos uma colônia britânica. Os tempos coloniais acabaram", afirmou o chanceler, em comunicado liberado após uma reunião com o presidente Rafael Correa.
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