Embed Apagar a luz Acender a luz Publicado em 03/06/2012 às 16h06
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4G na segurança pública

  • 4G


O 4G, todos nós já sabemos está longe de chegar ao Brasil. Apesar de já existirem aparelhos à venda no país que podem usar a nova tecnologia, tudo está atrasado – e nem o leilão das faixas de freqüência das operadoras saiu do papel. O jeito é esperar. Mas, dá para ter uma idéia do que uma conexão 4G pode significar. Viemos a Brasília conferir como mais velocidade na conexão celular pode mexer com as coisas, por exemplo, na segurança pública e nas operações militares.

Para os testes, foi criada uma rede 4G em uma área que vai da Esplanada dos Ministérios ao Centro de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército. Nessa região, os soldados podem usar modens e aparelhos 4G para captar e enviar vídeos em tempo real para outros agentes em campo.

Entre os aparelhos usados estão terminais touchscreen que exibem vídeos em tempo real captados por dispositivos e câmeras espalhadas em diversos locais. Este terminal pode ser embarcado em qualquer viatura ou ficar instalado em salas onde os comandantes podem visualizar as ações.

Este tablet 4G e esta central de vídeo que fazem transmissões ao vivo via pela rede 4G. Também há dispositivos que acessam e geram imagens, voz e texto e modens que permitem que qualquer aparelho se conecte ao 4G. E esses são equipamentos pau para toda obra, pensados para uso militar: são resistentes à água, poeira e quedas, além de ter bateria de longa duração. Já os softwares permitem o controle de usuários na rede, consultas de dados e têm integração total com a central de comandos e controle. Para garantir a segurança, todo o tráfego é criptografado randomicamente, ou seja, é praticamente impossível invadire esta rede.

Um dos objetivos do exército com esses testes é mostrar à Anatel que uma parte das freqüências do 4G deve ser destinada à segurança pública, e não somente ser leiloada entre as operadoras celulares. Os militares querem a freqüência entre 700 MHz e 720 MHz para pode usar essas soluções de última geração em suas operações.

A rede 4G que está em testes aqui em Brasília é baseada numa tecnologia chamada LTE. Se você quiser entender melhor do que se trata esse tal LTE, acesse olhardigital.com.br. Preparamos uma reportagem especial que mostra os detalhes do assunto. Tem também uma matéria sobre as tecnologias que surgiram a partir de objetivos militares. Tem um monte delas! Acesse e confira!
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