Entenda como o uso do GPS pode melhorar o Zona Azul Digital

Finalmente! Demorou, mas há pouco mais de um mês, os motoristas de São Paulo já têm uma opção digital para pagar pelas vagas de estacionamento rotativo na chamada Zona Azul da cidade. É uma forma muito mais moderna e prática do que os tradicionais talões em papel que já são usados há 40 anos.

Por enquanto, três aplicativos de diferentes empresas estão credenciados para oferecer o serviço.

O uso é bastante simples e similar em todos eles. Depois de baixar o app e preencher alguns dados, como CPF, placa do veículo e número do cartão de crédito, em poucos minutos já é possível começar a utilizar o serviço digital. Interessante é que os aplicativos alertam quando o tempo de utilização da vaga está próximo do fim. À distância é possível renovar o cartão virtual de estacionamento.

Claro, a fiscalização também é digital agora. Para o agente de trânsito, basta inserir o número da placa do veículo em um dispositivo portátil como este e, em tempo real, tem informações sobre a condição de pagamento daquele automóvel. Tudo é atualizado na nuvem, online.

O próximo passo da solução digital é passar a usar o GPS dos smartphones que compram os cartões virtuais para oferecer ainda mais melhorias. Além de ser mais uma fonte de informação para a Companhia de Engenharia de Tráfego, o GPS vai trazer uma facilidade muito interessante para quem vive procurando vaga nas ruas da capital paulista...

Só no primeiro mês foram vendidos mais de 300 mil cartões digitais de Zona Azul; um índice de 20% sobre todos os cartões vendidos no período – o que mostra que as pessoas querem, sim, cada vez mais soluções práticas e que eliminem a necessidade de papeis em suas vidas. O preço do cartão azul digital continua cinco reais, mas outra novidade que o serviço digital pode trazer é a diferenciação de preço por região.



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