Embed Apagar a luz Acender a luz Publicado em 28/02/2010 às 15h45
Copie e cole o código abaixo para compartilhar ou incorporar o vídeo.
<iframe src="http://olhardigital.uol.com.br/embed/metro-de-sao-paulo-recheado-de-tecnologia/10768" frameborder="no" scrolling="no" width="460" height="290"></iframe>
FECHAR

Metrô de São Paulo recheado de tecnologia

  • automação
  • transporte


Estação Sacomã do Metrô. Fica na zona sul da cidade de São Paulo. Cerca de 80 mil pessoas circulam por aqui todos os dias. E uma das novidades que primeiro chamam a atenção é justamente no modo de acesso. Sabe aquelas antigas catracas? Elas foram substituídas por portas de vidro que abrem automaticamente por meio desses sensores aqui. O bloqueio não fecha enquanto a pessoa não passar completamente.

Um sistema parecido foi instalado nas plataformas de embarque. Na Europa e na Ásia, elas já são comuns. Além da segurança, elas ajudam na fluidez: não dá para ninguém impedir o fechamento das portas do vagão e atrasar a saída do trem.

“As portas de plataforma representam um aumento significativo na segurança e no conforto dos passageiros porque elas só se abrem à medida que o trem se alinha na plataforma e abre as portas. Então elas funcionam sincronizadas com as portas do trem. Abre-se simultaneamente e fecham-se simultaneamente”, explica o gerente de Operações do Metrô, Wilmar Fratini.

A estação também ganhou um toque ecológico. Para economizar energia elétrica, as escadas rolantes trabalham em menor velocidade enquanto ninguém as utiliza. A arquitetura também foi projetada para captar água da chuva que é reutilizada nos banheiros e na limpeza da estação.

E mais tecnologia deve estar presente no dia-a-dia dos usuários do metrô de São Paulo. Quando a linha amarela estiver pronta – a previsão é que seja entre 2010 e 2012 – os passageiros vão se acostumar a trens autocomandados. Sem a presença de um maquinista.

“É uma tecnologia que chama driver less. E para que isso aconteça, todo o sistema tem que ser baseado nessa tecnologia. Não só o sistema de sinalização, mas as próprias estações, e os trens têm que estar de uma forma integrada para que essa tecnologia funcione perfeitamente, como a gente espera”, conta Fratini.

As novidades tecnológicas das novas estações não resolvem o precário sistema de transporte público paulista. Mas, pelo menos, é um sinal de modernização. Um ponto positivo num cenário que, cá entre nós, está mesmo precisando de boas novidades.
Últimas notícias
Ver todas