Embed Apagar a luz Acender a luz Publicado em 17/06/2012 às 15h45
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Plasma, LCD, OLED: saiba mais sobre as telas de TV de hoje e do futuro

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Umas das principais dúvidas na hora de escolher uma TV de tela fina é saber qual tecnologia corresponde melhor à sua necessidade. Hoje são três as que dominam o mercado: plasma, LCD e LED; mas já existe coisa nova chegando por aí...

Neste mundo de televisores finos e de alta resolução, as TV’s de plasma foram as primeiras a surgir no mercado. Normalmente elas só estão disponíveis em tamanhos maiores – a partir de 50 polegadas. As TVs com tela de plasma são indicadas para ambientes em que você consegue controlar a intensidade de luz; isso irá favorecer toda fidelidade de cores e alto contraste do plasma. Já em um local mais claro, os reflexos na tela podem atrapalhar bastante e prejudicar a principal qualidade do aparelho. Mas, não se engane: as TVs de plasma oferecem uma qualidade de imagem difícil de ser superada. Em geral, a imagem dos plasmas é superior à dos LCDs e dos LEDS.

Veja as principais vantagens e desvantagens de escolher uma TV de plasma: graças à emissão de luz pelas células da tela, o plasma proporciona melhor brilho, muito contraste e ótima resolução; no plasma, o preto é realmente preto; e, por fim, você tem um melhor ângulo de visão, agradando a todos os telespectadores da sala. A principal desvantagem do plasma é que ele tem vida útil menor. Além disso, os aparelhos de plasma normalmente são um pouco mais grossos, pesados – e esquentam mais.

O LCD acabou se tornando mais popular que o plasma. Por serem menos brilhantes, as TVs de LCD se saem melhor em ambientes mais claros. Ou seja, mesmo que exista uma janela atrás da sua TV, você verá menos reflexo na imagem, quando comparado ao que acontece com os plasmas. As TVs de LCD praticamente não têm limitações quanto ao tamanho da tela; assim, a flexibilidade de escolha é muito maior.

Uma das maiores vantagens do LCD é a questão do aparelho se adaptar a qualquer ambiente; o consumo de energia é baixo; o desgaste da tela é menor do que nos modelos de plasma e o LCD permite telas bastante finas e leves. Por outro lado, o LCD oferece menor ângulo de visão, menor contraste – percebido principalmente nas partes pretas da imagem e, dependendo do modelo, a falta de uniformidade do “backlight” – a luz traseira – pode deformar um pouco a imagem. Como o preto no LCD não é tão preto assim, todas as outras cores também perdem um pouco de força.

Atualmente, as TVs mais modernas no mercado BRASILEIRO são os modelos de LED. Na prática, uma TV de LED é uma TV LCD. Só que a iluminação traseira da telea é feita por LEDs, e não por lâmpadas do tipo fluorescente, usadas nas LCDs convencionais. Essa substituição torna possível fabricar aparelhos bem mais finos. Para modelos com até 55 polegadas, há TVs com apenas 3 centímetros de espessura. Assim como as TVs de LCD, os aparelhos de LED se adaptam a qualquer ambiente e condições de luminosidade.

As TVs de LED apresentam baixo consumo de energia; mas as vantagens principais estão na uniformidade da luz traseira com LEDs, melhor resolução e menor espessura, uma vez que os LEDs ocupam menos espaço do que as lâmpadas. Talvez o ponto negativos das TVs LED ainda seja o preço; por se tratar de uma tecnologia relativamente nova, o custo ainda é mais alto.

Agora a grande novidade: as telas OLED. Do inglês, a sigla quer dizer Oganic Light Emitting Diode. Ou diodo orgânico de emissão de luz. O OLED já está presente em telas de smartphones. E, desde o começo do ano começaram a surgir os primeiros monitores e televisores de grande porte com a nova tecnologia. Diferente do LCD e do LED, as TVs OLED não precisam de qualquer iluminação traseira – os pixels se acendem individualmente quando uma corrente elétrica passa por eles. Ou seja, o OLED tem emissão de luz própria, não precisa de lâmpadas para emitir luz. O grande obstáculo para as TVs OLED ainda é o preço.

Para você ter uma ideia, esses modelos de 55 polegadas, da Samsung e da LG, que nós mostramos aqui no começo do ano, devem chegar às lojas americans no segundo semestre. E devem custar perto de 7 mil dólares – ou 14 mil reais. Dá pra imaginar quanto elas custariam nas lojas por aqui?

As vantagens das telas OLED são muitas; mas entre as principais podemos destacar o brilho melhor, maior contraste e fidelidade de reprodução de cores; por não necessitar de iluminação traseira, as TVs OLED são SUPER finas – alguns modelos tem menos de 2 centímetros de espessura, mas existem protótipos de até MEIO centímetro! O ângulo de visão é total: 180 graus. Outra característica é que os painéis de OLED pode ser flexíveis e até transparentes! O contra aqui é realmente o preço. Por isso, o OLED ainda é coisa para o futuro. Até devemos ter um modelo sendo vendido aqui no Brasil ainda esse ano. Mas, deve chegar custando perto de 20 mil reais. É mole?!

Agora que você já conhece tudo sobre as tecnologias das telas de TV finas, conte-nos sobre o seu aparelho. Você acha que fez a escolha certa? Divida sua experiência com a gente. Aproveite para conferir o Laboratório Digital com as principais TVs inteligentes do mercado brasileiro.

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