Embed Apagar a luz Acender a luz Publicado em 08/04/2012 às 15h45
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Review: veja o que achamos do Windows Phone, SO móvel da Microsoft

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Com cores uniformes e lisas, essas pastilhas podem ser organizadas do jeito que você quiser. Elas são bem diferentes dos ícones em Androids e iPhones e, talvez, sejam um pouco grandes demais para um smartphone. A tela do Windows Phone não suporta mais do que oito desses blocos coloridos, o que torna a procura por aplicativos um pouco mais complicada. Outra diferença é a rolagem na vertical e não na horizontal como em seus concorrentes. Uma segunda tela  dá acesso à lista completa de aplicativos do smartphone. Aqui é possível selecionar o que vai para a tela principal.

O legal é que algumas dessas pastilhas são atualizadas automaticamente. Assim é possível checar, em tempo real, a quantidade de novos e-mails, mensagens e até notificações do Facebook, por exemplo. O bloco correspondente às fotos, em vez de uma cor sólida, funciona como uma espécie de slide show das imagens armazenadas no aparelho. Muito interessante!

Em todos os aplicativos, as fontes são gigantes e limpas. O texto fica em um fundo preto ou branco e só! Nisso se nota como a simplicidade é o tom maior no Windows Phone. O navegador oficial é o Internet Explorer. Assim como no novo Windows 8 para computadores, a barra de endereços fica lá embaixo e é tudo também muito "clean". Os "três pontinhos" dão acesso a um menu mais extenso.

E por falar em "limpeza", a Microsoft sumiu até com as tradicionais informações de sinal e nível da bateria, que normalmente estão no topo da tela de qualquer celular. No Windows Phone, para visualizar esses dados é preciso tocar no topo do visor para elas surgirem na tela. Depois de algum tempo elas voltam a desaparecer.

O mecanismo de busca e mapas é todo alimentado pelo Bing. Como era de se esperar, nada de Google no Windows Phone. Mas o sistema de localização e pesquisas funciona super bem. Neste quesito não tivemos qualquer surpresa. O Windows Phone ainda traz algumas novidades como o pacote Office, o tocador de música Zune e a central de games XBox Live, onde ficam organizados todos os jogos baixados no aparelho.

Talvez a maior deficiência do Windows Phone ainda seja o MarketPlace, nome dado à loja virtual de aplicativos do sistema operacional. A central de downloads já oferece aplicativos interessantes e também emuladores dos aplicativos mais populares em Androids e iPhones. Mas, a variedade é bem menor que nas lojas da Apple e do Android.

Conclusão: a plataforma Windows Phone conseguiu colocar a Microsoft de volta ao jogo dos smartphones. E isso não é pouca coisa, já que a empresa praticamente não existia nesse universo. Mas, ainda vai levar tempo até que o esse novo Windows móvel represente uma ameaça para os Androids e para o iPhone.

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