Embed Apagar a luz Acender a luz Publicado em 20/11/2011 às 15h45
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Um ponto de ônibus em SP mostra como será o futuro do transporte coletivo

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Para diminuir a ansiedade da espera, ou a pressa do dia-a-dia, o passageiro tem acesso wi-fi gratuito e pode usá-lo para navegar na internet ou acessar seu e-mail através de um smartphone, tablet ou notebook. A parada tem também 2 computadores à disposição dos usuários. Neles, o cidadão se informa sobre as inovações do e-Ponto e também sobre as condições do transporte coletivo em toda a cidade.

Segundo Maurício Lima, diretor de tecnologia da SPTrans, os passageiros podem "olhar, por exemplo, a velocidade média e o deslocamento nos corredores de ônibus ou nas principais vias da cidade, visitar a página da SPTrans, montar seu itinerário e consegue ver quais são os ônibus para chegar de um ponto a outro da cidade".

Na tela de LCD – o painel de mensagem variável – o usuário tem informações do tempo aproximado que o seu ônibus deve chegar na parada. Mas, parece que, com o trânsito da maior metrópole do país, o tempo é bem "aproximado" mesmo. José Antônio Silva, motorista particular, deu uma olhada para o monitor, desconfiado, e disse: "O meu estava para chegar as 15:53. Até agora, nada".

Além de internet e informação, a qualidade do ar sob esta parada é melhor do que a respirada do outro lado da rua. Maurício explica que o dispositivo "coleta, filtra, umidifica e devolve o ar em uma ventilação positiva para dentro da parada".

Naqueles dias secos, quando a umidade do ar fica abaixo dos 60%, um sensor é responsável por ativar um mecanismo que umidifica o ar da plataforma. Apesar de o cenário ser pra lá de urbano, a sustentabilidade do e-Ponto foi inspirada em uma árvore, principalmente no que diz respeito às suas fontes energéticas.

Toda energia necessária para manter a parada é gerada ali mesmo. Assim como a árvore, o e-Ponto recebe energia da luz solar através de fotocélulas instaladas no topo da cobertura e também do solo: "Nós temos outro dispositivo, que é uma grande inovação. Ele aproveita a passagem do ônibus na via, ou seja, a energia cinética produz energia, que vai para algumas baterias e alimenta a parada durante o período noturno", explica Maurício.

A idéia parece muito legal, mas vale lembrar: trata-se apenas de um teste, em um único ponto da maior cidade do Brasil, onde circulam mais de 15 mil ônibus diariamente. Quem sabe um dia outros pontos também recebam um pouco mais de tecnologia...
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